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Setembro Amarelo reforça importância do tratamento contra a depressão


De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), no mundo, 800 mil pessoal tiram a própria vida, todos os anos.


No mês de setembro todo o país se mobiliza para ações de prevenção ao suicídio, numa campanha chamada de Setembro Amarelo. O objetivo é alertar a população a sobre a realidade do suicídio no Brasil e no mundo, e suas formas de prevenção. Essa é a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. De acordo com boletim do Ministério da Saúde divulgado em 2017, o índice de mortes por suicídio entre idosos é muito alto no Brasil, principalmente entre os homens com 70 anos ou mais.

Vários fatores, além da depressão, podem causar a tentativa de suicídio. São eles: transtorno de humor bipolar, esquizofrenia, transtornos de ansiedade e abuso de substâncias psicoativas. Outros fatores também podem aumentar a probabilidade como: fatores sociodemográficos, fatores psicológicos (impulsividade, agressividade, humor lábil, perda recentes, perdas parentais na infância) e condições clínicas incapacitantes.

A procura de ajuda deve ocorrer assim que os primeiros sinais de alerta para o suicídio aparecerem. Os principais sinais são:

• Isolamento social;

• Tristeza;

• Apatia;

• Falta de prazer nas atividades que antes sentia;

• Histórico familiar de suicídio;

• Mudança do padrão alimentar e no sono;

• Sentimento de culpa constante;

• Verbalizações como: "não há mais razão para viver", " estou cansado desta vida", " a vida não faz mais sentido".

Para Dr. Oswaldo Petermann Neto, psiquiatra, o tratamento mais eficiente é aquele que se propõe a melhorar a qualidade de vida do paciente e trata a doença com o mínimo de reações adversas. “Atualmente as medicações são seguras e com menos efeitos colaterais que no passado. No entanto, a medicação não faz todo o trabalho sozinha”, pontua. Investir em atividades físicas, psicoterapia, terapia ocupacional e outras atividades de interesse do paciente contribuem muito para o tratamento da depressão. “Qualquer atividade é válida desde que seja vista como uma terapia e não como algo torturante”, completa o especialista.

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